Não existe o melhor, existem dois papéis: o Google captura quem já procura você (intenção ativa, urgência), a Meta gera desejo em quem ainda não procurava (atenção passiva). Clínica de urgência começa no Google; estética e gastronomia começam na Meta. A Regência Comunicação decide isso pela intenção do público de cada negócio.
A pergunta não é qual plataforma é melhor. É qual momento do seu cliente você quer alcançar: o de quem já procura, ou o de quem ainda vai querer.
Quando começar pelo Google Ads?
O Google pega intenção ativa. A pessoa digita porque já tem o problema: dor de dente, cano estourado, advogado para uma causa. Se o seu serviço resolve algo que a pessoa procura na hora, o Google coloca você na frente dela no momento da decisão. É o canal da urgência.
Quando começar pela Meta (Instagram e Facebook)?
A Meta gera desejo. A pessoa não estava procurando, mas para no feed e passa a querer. Estética, gastronomia, moda e serviço que depende de imagem e confiança começam aqui, porque a compra nasce da atenção, não da urgência. É o canal de quem constrói vontade antes da busca.
Dá para usar os dois?
Dá, e o ideal costuma ser esse: a Meta cria o desejo, o Google captura quem foi procurar depois de ver. Mas começar nos dois de uma vez, com verba curta, dilui o teste. Melhor abrir pelo canal que combina com a intenção do seu público e somar o outro quando houver leitura. A escolha vem da pergunta que o seu cliente faz, ou não faz, antes de comprar.