regência.

sobre

sou Vitor. a Regência começou em Cacoal e foi crescendo junto com os problemas que aprendi a resolver.

Sou Vitor Hugo, fundador da Regência Comunicação.

Foi em Cacoal, Rondônia, que comecei a trabalhar com marketing e onde a Regência nasceu. Continuo daqui, embora hoje o trabalho possa acontecer com uma empresa na mesma cidade ou a milhares de quilômetros dela.

Não comecei sabendo fazer tudo o que faço hoje.

Na verdade, comecei com anúncios.

Vitor Hugo, fundador da Regência Comunicação, sorrindo com a mão no rosto, em retrato de estúdio
Vitor Hugo · Cacoal, RO

comecei pelo tráfego. os problemas não pararam nele.

Quando comecei, minha principal ferramenta eram os anúncios.

Estudava Meta Ads, depois Google Ads e, com o tempo, outros canais. Aprendi a estruturar campanhas, acompanhar resultados e entender por que algumas decisões funcionavam melhor do que outras.

Só que os trabalhos começaram a me colocar diante de problemas que o gerenciador de anúncios não conseguia resolver sozinho.

Às vezes a campanha fazia o trabalho dela, mas a página para a qual levava precisava melhorar. Comecei a estudar páginas.

Para entender o que acontecia depois do clique, precisava medir melhor. Vieram rastreamento e análise de dados.

Uma página podia estar tecnicamente certa e ainda comunicar mal. Vieram copy, oferta, estrutura e conteúdo.

Os contatos começaram a chegar, mas isso levantou outra pergunta: o que acontecia com eles depois?

Passei a olhar também para CRM, atendimento, follow-up e para a parte comercial da jornada. Não para assumir a gestão comercial dos clientes, mas porque aquisição não termina quando alguém manda uma mensagem. Se o fundo do funil não funciona, isso também afeta todo o trabalho que veio antes.

Algumas dessas rotinas não precisavam continuar dependendo de alguém fazendo tudo manualmente. Vieram as automações.

E, em alguns momentos, encontrei problemas específicos demais para caber bem nas ferramentas que já existiam. Comecei também a desenvolver integrações, painéis e ferramentas próprias.

Uma coisa foi levando à outra.

Não porque eu quisesse acumular uma lista cada vez maior de serviços, mas porque os problemas dos negócios com que trabalhava começaram a ultrapassar aquilo que eu sabia fazer naquele momento.

E isso me obrigou a aprender.

aprender algo novo não apaga aquilo que eu já sabia. soma.

Eu não deixei de trabalhar com anúncios porque aprendi a fazer páginas.

Não deixei de fazer páginas porque aprendi automação.

E não preciso desenvolver uma ferramenta só porque hoje consigo desenvolver.

Cada capacidade nova aumentou o número de caminhos que consigo considerar diante de um problema.

Foi assim que minha maneira de trabalhar mudou.

No começo, era natural partir de uma pergunta parecida com:

“como posso usar anúncios aqui?”

Hoje prefiro começar por outra:

“o que está acontecendo neste negócio, o que precisa mudar e em que eu consigo ajudar?”

Às vezes a resposta continua sendo Google Ads.

Às vezes é uma página. Às vezes é aparecer melhor nas buscas. Às vezes é conteúdo. Às vezes o problema está depois que o contato já chegou.

E às vezes nenhuma dessas coisas é a resposta.

A ferramenta vem depois do problema.

algumas coisas que fizeram parte desse caminho

  • Google Ads Search

    certificação pelo Google

  • Meta Ads e Google Ads

    formação pela Comunidade Sobral

  • Gestão de Tráfego Pago

    extensão · 360 horas

  • BNI RO Robusta

    membro

por que Regência

o nome apareceu enquanto eu lavava louça.

Uma noite eu estava lavando louça e ouvindo Echoes, do Rob Landes.

Em algum momento comecei a pensar em música, regência e harmonia. A palavra ficou comigo.

Foi daí que veio Regência Comunicação.

Mais tarde, a mesma referência acabou dando nome a três momentos da maneira como organizo o trabalho:

Afinação. Composição. Concerto.

A música deu origem aos nomes. Mas, com o tempo, a ideia por trás de Regência começou a fazer sentido para mim de outra maneira.

Um negócio também é formado por várias coisas acontecendo ao mesmo tempo. O trabalho que entrega, as pessoas, a comunicação, aquisição, atendimento, operação, tecnologia, reputação e tantas outras partes que influenciam o que ele consegue construir.

Nenhuma delas explica tudo sozinha.

E a Regência também não.

Não somos o centro. Fazemos parte do movimento.

como trabalhamos

afinação, composição e concerto.

  1. 01 · afinação

    Entender o negócio antes de propor a solução.

    Objetivos, clientes, oferta, contexto, o que já foi tentado, limitações e oportunidades.

  2. 02 · composição

    Decidir o que vale fazer.

    Pode envolver anúncios, páginas, busca, conteúdo, automação, integrações ou outras frentes. O problema é que determina a combinação.

  3. 03 · concerto

    Colocar em uso, observar e ajustar.

    O que acontece na prática pode confirmar o caminho ou mostrar que precisamos voltar, entender alguma coisa melhor e recompor.

É um ciclo, não uma fila.

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