caso O-03 · COPS Centro de Saúde
começamos procurando o que anunciar. O Pilates acabou abrindo a porta para muito mais.
Começamos testando quais frentes da clínica fazia sentido colocar diante de mais pessoas. Encontramos no Pilates uma demanda consistente, praticamente ocupamos os horários disponíveis e seguimos trabalhando juntos enquanto o próprio COPS cresce.
COPS Centro de Saúde
como começou
O COPS foi um dos primeiros clientes da Regência, e também foi a primeira vez que apresentei meu trabalho presencialmente.
Preparei um material, enviei para a clínica e fui chamado para conversar.
Lembro dessa reunião porque eu ainda estava começando. Estavam ali Érika, Flávia e Ju. Eu tinha preparado o que queria mostrar, mas estar sentado na frente de um possível cliente, explicar minhas ideias e responder perguntas era outra história.
Eu estava nervoso. Gaguejei em alguns momentos.
Mesmo assim, a conversa deu certo.
Começamos a trabalhar juntos e aquela relação que nasceu numa das minhas primeiras reuniões comerciais continua até hoje.
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o que fazia sentido colocar na frente das pessoas?
No início, a pergunta era relativamente aberta: entre tudo o que o COPS oferecia, o que faria sentido divulgar?
O COPS não era um negócio de um único serviço. Fisioterapia fazia parte do trabalho, mas havia outras frentes dentro do centro.
Em uma das conversas, elas me perguntaram o que eu achava que deveríamos anunciar.
Entre as possibilidades, duas me chamavam atenção: fisioterapia e Pilates.
Começamos a testar.
E o Pilates respondeu muito bem.
Não encontramos imediatamente a combinação certa. Houve um período de aprendizado até entendermos melhor quem queríamos alcançar, quais mensagens funcionavam e como chegar às pessoas que faziam sentido para aquela modalidade.
Com o tempo, isso foi ficando muito mais claro.
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o Pilates virou uma das portas de entrada para o COPS.
As campanhas começaram a gerar procura de forma consistente e os horários foram sendo ocupados.
Hoje, praticamente todos os horários de Pilates estão preenchidos, e continuamos anunciando porque ainda existem horários e demanda que a equipe quer trabalhar.
Mas existe uma coisa nessa história que gosto particularmente.
Quem chega para fazer Pilates não conhece necessariamente apenas o Pilates.
A pessoa entra no COPS.
Passa a conhecer o espaço, a equipe e descobre que ali também existem fisioterapia e outras áreas de cuidado.
Por isso, ao longo do trabalho, comecei a enxergar o Pilates não apenas como um serviço que estávamos anunciando, mas também como uma porta de entrada para conhecer o restante do COPS.
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quase dois anos depois, o trabalho continua.
Nesse período, as campanhas de mensagens já geraram mais de 700 conversas. Também trabalhamos campanhas para o perfil e conteúdo, ajudando a ampliar a presença digital da clínica.
Mas o que mais me interessa não é uma campanha específica.
É a continuidade.
Foram diferentes campanhas, públicos, mensagens e objetivos ao longo do tempo. O que fazia sentido no começo não necessariamente continuou sendo a prioridade meses depois.
O trabalho foi mudando junto com o COPS.
Hoje a clínica está em outro momento. Érika já me contou, inclusive, sobre os planos de deixar o espaço alugado e, no futuro, construir uma sede própria.
Seria errado dizer que anúncios construíram isso.
Existe uma equipe atendendo todos os dias, pessoas administrando o negócio, profissionais entregando o serviço, pacientes indicando e voltando, conteúdo, atendimento e uma série de coisas acontecendo ao mesmo tempo.
Nosso trabalho fez parte desse crescimento.
E talvez o que eu mais goste desse projeto seja justamente poder olhar para trás e perceber que aquela primeira reunião presencial não terminou em uma campanha.
Virou uma relação de quase dois anos que continua acompanhando o negócio enquanto ele muda.
próximo passo
conversar sobre seu negócioA conversa começa pelo WhatsApp. Diagnóstico antes de proposta, sempre.